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#DiaDaMulher - inCast promove evento para mulheres criativas




Uma nova economia surge no horizonte da segunda década deste século: a creator economy. Anualmente já movimenta cerca de R$ 70 bilhões ao redor do mundo e, com um grande destaque, o Brasil é um celeiro nesta nova economia. A creator economy, ainda jovem, está sendo construída a passos largos, e envolve todo um ecossistema de criadores de conteúdos e de todos aqueles que trabalham nos bastidores do marketing de influência. As marcas cada vez mais buscam parcerias para campanhas de marketing nas redes sociais e plataformas de conteúdo, pois sabem que criadores de conteúdo podem dar voz e alcançar o público que as marcas desejam se conectar.


A questão é: como fazer este match ser perfeito e acessível para criadoras de conteúdo e marcas? Será que as mulheres se beneficiam desta economia tanto quanto é o ideal?


O estudo Future of Creativity realizado pela Adobe, gigante dos softwares de edição de conteúdos, demonstrou que só no Brasil, entre os anos de 2020 a 2022, cerca de 73 milhões de novos usuários começaram a produzir algum tipo de conteúdo nas plataformas digitais. Porém, mesmo a maior parte sendo mulheres, elas ainda ganham menos quando o assunto é gerar renda com o próprio conteúdo.


Sabemos que na maioria dos lares, a mulher também provê ativamente com renda, e dentro das realidades de muitas mulheres, principalmente no período pós-pandemia, encontrar trabalho formal tem sido uma árdua tarefa. Produzir coteúdo na internet é uma solução encontrada por muitas, visto que hoje cerca de 36% dos criadores de conteúdo vivem com a renda de seu trabalho criativo na internet. Mas, ainda há muito o que se ser feito para que a haja uma equidade entre mulheres, homens e LGBTQIA+.


Uma boa maneira de fazer isso é conscientizando o mercado e todos aqueles que fazem parte da creator economy. Marcas, agências e as próprias criadoras de conteúdo podem e devem fomentar um ambiente onde as mulheres possam ser mais valorizadas onde se há desvantagens. Cada vez mais as criadoras de conteúdo estão tendo mais contato com gestoras de marketing das marcas, mas ainda há um longo caminho para percorrermos.


À esquerda, Vera Kopp, CEO do Grupo inCast. À direita, Bianca Maksud, Diretora de Marketing da Stages
À esquerda, Vera Kopp, CEO do Grupo inCast. À direita, Bianca Maksud, Diretora de Marketing da Stages

Para as mulheres, estar na creator economy não é só por dinheiro, mas também por promover a liberade de expressão, o respeito e o senso de comunidade. Ainda segundo a pesquisa Future of Creativity, cerca de 48% criam e compartilham conteúdo na busca da expressão livre e do compartilhamento de experiências de vida, com 26% fazendo apenas por dinheiro.


As mulheres querem e podem dar voz a muitos sonhos e anseios de suas comunidades e seguidores.


inCast reafirma o seu compromisso com as mulheres criativas da creator economy


A mais recente ação da inCast para promover o empoderamento feminino na creator economy, foi a primeira edição do evento inCast para Mulheres, que reuniu mais de 100 criadoras de conteúdo e cerca de 30 marcas nacionais e internacionais. O evento aconteceu em São Paulo, no dia 7 de março, semana do Dia Internacional da Mulher.


Com o propósito de aproximar mulheres criativas, tanto criadoras de conteúdo quanto gerentes de marketing de grandes marcas, elas tiveram um espaço para compartilhar suas experiências na jornada de influenciar e criar conteúdos para internet e, também, sobre a busca de melhores resultados e performance que as marcas esperam em campanhas de marketing de influência.


O evento foi gratuito e presencial, com transmissão ao vivo. Aconteceu no espaço da GoWork Coworking, apoiadora oficial, no bairro Itaim Bibi, São Paulo. A transmissão ao vivo foi realizada pela plataforma Stages (@getstages), que além de patrocinadora oficial, teve como objetivo apresentar o serviço de streaming e monetização de conteúdo de influencers e criadores.


“Hoje, o que eu vejo, quando falamos do movimento Creator Economy e da possibilidade das criadoras de conteúdo serem independentes, é justamente o momento de não esperar, pois o mundo digital trouxe a liberdade que vai muito além das telas de TV, com telas em todos os lugares. Daí entra a plataforma e nos dá a possibilidade criar o nosso próprio universo e conectar pessoas.”, destaca Bianca Maksud, diretora de marketing da plataforma Stages


Estiveram presentes criadoras de conteúdo de todos os tamanhos, de 1.000 até 1 milhão seguidores. Os painéis foram representados por Dany Kayla, que fala sobre moda e beleza; Raphaela Bacic, que comanda o podcast Pode isso Rapha?; Ana Suptitz, que compartilha sobre moda e empreendedorismo; e Mariana Mendes, que é modelo e fala sobre moda e quebra de padrões de beleza. Também contou com as embaixadoras da Stages, Yara Santos, que fala sobre fitness e vida saudável; e Jéssica Brazil, criadora de conteúdos incríveis sobre automaquiagem.


Estou muito feliz pelo dia de hoje, não tenho palavras para descrever o que estou sentindo a não ser gratidão. É um novo começo em minha jornada”, diz Dany Kayla (@dany.kayla), criadora de conteúdo sobre moda, beleza e vida real, que comandou um dos painéis do evento.



Também participaram gerentes de marketing de grandes empresas: Renata Gerez, do Mercado Livre; Raquel Forastieri, do Nubank; Luciana Araujo, da Ubisoft; Julia De Luca, do Itaú BBA e Bianca Maksud, da Stages. Além de várias outras gerentes que marcaram presença no evento, representando mais de 30 marcas nacionais e internacionais, e que estão buscando se aproximar cada vez mais dos criadores de conteúdo e da sua audiência.


Acredito que o conteúdo é muito poderoso. É como um ciclo virtuoso, pois você começa com uma coisa que tem público, mas, mais do que isso, que tem significado para outras pessoas além de você”, diz Julia De Luca em um dos painéis do evento. Ela é economista no Itaú BBA e criadora de conteúdo sobre tecnologia e inovação na plataforma Substack ( https://juliadeluca.substack.com ).



Segundo Vera Kopp, CEO do Grupo inCast, o nosso foco é conectar marcas e criadoras de conteúdos, com o objetivo de fomentar e profissionalizar a cena da Creator Economy. “É um ecossistema que está ganhando espaço e reconhecimento, principalmente pela comunidade de mulheres criativas, que promove a inclusão, como é o caso de algumas criadoras de conteúdos que viveram em situação de pobreza na infância e que agora estão gerando toda a própria renda, através da criação de conteúdo”, completa a empreendedora.


A inCast está em busca de influenciadoras com o intuito de trazer um casting exclusivo para conectar com marcas com foco em inclusão, inovação e diversificação: micro, mid e macro criadoras podem se inscrever pelo link: https://www.incast.me/incast-mulheres-casting-criadoras


Vera Kopp, CEO inCast, @Funcast e Rainmakr

O evento contou com painéis, abordando temas específicos para as criadoras de conteúdos e para as marcas. Temas importantes como: “criar conteúdo de impacto”, “relacionamento com marcas e agências", além de trocas de experiências, foram os focos do evento destinado à mulheres. Foram três painéis interativos, com os seguintes temas: “Como se destacar como criadora de conteúdo nas redes sociais e no mercado?”, seguido de “O fim da dancinha: As marcas buscam por criadores de alto impacto!, e fechando com o Espaço de diálogo: Troca de experiências entre marcas e criadoras de conteúdo.


Saiba mais sobre o evento e próximas edições no site. Confira os registros das transmissões ao vivo na Stages. Imagens e vídeos do evento estão disponíveis aqui na galeria e no Instagram @incast.me.


Confira algumas fotos do evento:





Contato:

Fotos oficiais: Marketing inCast BR

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